> Start All Over
via  d-elicadeza  (originally  deathcomesupon)

Essa garota tem algo diferente. Ninguém sabe onde se esconde os seus mistérios, ninguém sabe realmente como alcançá-la. Ela é uma metáfora completa da cabeça aos pés. Um desencontro de razões e ideias. Pode ter o gosto mais doce que os lábios já foram capazes de provar, mas também sabe de um jeito só seu como ser amarga. Não provoque-a, a não ser é claro com beijos no cantinho dos lábios ou na nuca. Assim, ela até deseja ser provocada. Moça de olhos espertos, que nada deixam passar. Seu coração aparentemente impenetrável a faz parecer fria algumas vezes, mas não engane-se, é apenas uma fachada. Ou você acha mesmo que uma garota como ela entregaria seu coração a qualquer babaca com palavras clichês? Ela tem algo a mais. Não é como se você pudesse notar de primeira mão, leva um tempo para desvendá-la. Ou leva uma eternidade. Ela não é tão incomum assim, por que tem um certo aspecto que se pode chamar de sentimentos a flor da pele. Chora pra soluçar, grita até ficar rouca, vibra com toda sua força de vontade. Sensibiliza-se até mesmo por uma dor que não é sua. Meu caro, ela adora joguinhos. Adora uma cena, e como poderia ser diferente? A bela possui alma de artista, e traços de poeta.— Lohanna Mota (perfume de lembranças)

via  poetadrogada  (originally  perfumedelembrancas)
via  n-irvana  (originally  v-e-r-y-a-p-e)
Resolvi aceitar algumas coisas da vida, sem dor. Ninguém vai ser como você sonha, não espere consideração nem que os outros façam o que você faria. Não espere que valorizem seu esforço. Não espere que lhe ofereçam a mão. Apenas viva. Aceite que é preciso deixar o orgulho de lado e dizer preciso-de-você-agora. É preciso entender que o outro é diferente e de vez em quando ele vai lhe magoar (e você precisa lidar com isso, senão vive só). Não espere compreensão. Não espere que a vida seja fácil. Nem sempre ela é. Não espere para viver, tem coisa que não volta.
— Clarissa Corrêa. (via oescritor)
via  sorrindo-de-novo  (originally  m-i-l-o-n-g-a)


Que país é esse?” Já dizia Renato Russo antes de saber que merda o Brasil ia virar. Que país é esse? Eu penso todos os dias quando vejo no jornal, mais um político ser preso, ou mais um banco sendo assaltado. O país do futebol, das praias paradisíacas e da mulher bonita. Mas o povo não ver a hipocrisia que isso está virando! É tanta gente passando fome, cidades precisando de ajustes, hospitais parados… Tudo por falta de dinheiro? O nosso dinheiro é investido em que? Em carnaval? No conforto dos corruptos? No “sucesso” da copa? E está tudo bem? O “nosso” Brasil, há muito tempo não é mais nosso. O futuro do país está parado porque não tem professores suficientes para ensinar, não tem escola, não tem creche, não tem nada. E a consciência de cada um onde vai parar? Também não sei me pergunto várias vezes, já tentei mudar, mas o que adiantaria minha força de vontade, se comparada a este belo Brasil como todos acham sou apenas uma formiga, pequenina e com pouca força? Ele precisa da ajuda de muitos, principalmente destes que apenas estão roubando dinheiros para sustentar seus charmes, egos, o país já deveria ter tomado vergonha na cara há muito tempo e não deixar essas vulgares ficarem por ai amostrando coisas que não devia. Sim estou me referindo a todas aquelas que ficam completamente nuas em cima de um carro alegórico a dançar no carnaval. Deveriam se preocupar com coisas necessárias deveriam prestar atenção em que estão confiando. Mas quer saber mesmo a minha opinião? Todos são um bando de corruptos, que na verdade não são nada. O Brasil precisa abrir os olhos, precisa ter mais cuidado. E o nosso lindo e amado país só irá mudar quando cada um estiver pronto para lutar. ’’ Lara ft Alycia (fortalecidas.)

via  a-medrontada  (originally  fortalecidas)
via  psicotr0pica  (originally  h-o-r-r-o-r-w-o-r-l-d)

oescritor:

Algumas pessoas sentem falta de amores antigos, outras de momentos e certas lembranças. Mas eu, sinceramente, apenas  no momento consigo sentir falta de mim mesma. Pois hoje já não me reconheço mais, me olho no espelho e fico lá durante alguns minutos com a mesma duvida na cabeça. Como me tornei essa pessoa? Quero dizer, essa pessoa vazia.  Antes  minha rotina não era sempre a mesma, antes eu sempre tinha algum motivo bom para alevantar da cama  e sair de dentro do meu quarto, e hoje prefiro dormir com a intenção de acordar o mais tarde possível. Meus pensamentos mudaram, pois eu pensava que dormir era perda de tempo, acho que eu era a pessoa  que menos dormia, sempre tinha algo que me mantinha acordada sem que eu pregasse minha cabeça no travesseiro. Mas as coisas mudaram de lugar, e cada escolha que eu tinha para meu futuro mudou de rumo. Eu era uma pessoa que sentia prazer ao viver, e hoje apenas respiro. Eu sabia confiar nas pessoas, e agora não consigo confiar nem em mim mesmo. Até minhas palavras não fazem mais sentido, mas como faram se o que eu sinto dentro de mim está tudo bagunçado, tudo confuso. Não consigo controlar nem mesmo minhas emoções. Tem dias que estou disposta a sair, me divertir, mas tem outros que apenas me da vontade de ficar deitada em baixo das cobertas lamentando por coisas que me deixam mal. Queria ser decidi em apenas alguma coisa. Queria poder ter a certeza de que sou feliz ou não. Mas tudo pra mim é confuso, como já se pode perceber pela minha escrita. E pra falar a verdade não sei nem se eu me importo ainda com isso, deixei de dar tanta importância e atenção pra certas coisas. Algumas porque não valia apena mesmo, e outras por puro medo.  Toda vez que eu sentia essa nostalgia eu corria para o colo de alguém, para um abraço amigo, qualquer que fosse. Mas agora até isso mudou.  Preciso esconder até minhas dores. Pois ninguém mais me entende, nem mesmo eu. Mas o que me machuca mesmo não é ninguém me entender, e sim criticarem tudo que eu sinto tudo que eu faço tudo que eu digo, tudo relacionado às minhas escolhas são argumentos de julgamentos. E isso foi me deixando vazia isso foi esvaziando do meu coração tudo que havia de bom, o amor não sei mais se resta aqui dentro, a confiança então nem se fale, já nem sei mais o que significa isso. Talvez a culpa de toda essa agonia seja minha, por sempre tentar fazer as coisas ficarem perfeitas, sem perceber que muitas vezes precisamos errar para aprendermos a lição, mas como sempre até errar já não é mais fácil, pois se eu erro me julgam, como se eu fosse obrigada a ser a pessoa mais perfeita do mundo 24 horar por dia. Acho que tanta indiferença de todos, me tornei essa pessoa confusa. Um pouco me acho certa, e um pouco me acho errada. Não sei quando estou feliz, e quanto estou triste nem se quer sei o motivo.  Só sei que vou continuar assim, sem me importar com mais nada, sem me doar a ninguém, prefiro ser essa pessoa confusa e sozinha, do que passar dias da minha vida tentando agradar quem não merece nem minha atenção. (r0ckeira)

via  sorrindo-de-novo  (originally  r0ckeira)
via  ultimo-cigarro  (originally  l-i-v-e-a-n-d-l-e-t-d-i-e)
Positivamente. A gente tenta. Tenta novamente. E vai tentando sem desistir, com várias falhas e erros (…) E literalmente os outros acabam com tudo. Jogando as tentativas fora, tornando-as em vão.
via  leite-e-mel  (originally  itsburied)
3 days ago · 795 notes · reblog
originally itsburied · via leite-e-mel
Aprenda: Algumas coisas do passado são lições para refletir, não para repetir.
Caio F. Abreu   (via verborragias)
via  verborragias  (originally  caiofabreu)
via  observad0ra  (originally  c-r-u-c-e-m)

linhasgastas:

“Mente de adulta, talvez. Corpo de adolescente e jeito de… Criança. Sou dividida em três partes. Não quero me desapegar dos meus ursinhos só porque cresci. Crescer não significa largar brinquedos ou arranjar um namorado. Mesmo que eu tenha sessenta anos, ainda dá para manter uma áurea infantil. Vou continuar chorando como um bebê, pois quem não chora não tem as coisas. Sabe aquele biquinho bobo que fazia para conseguir as coisas quando era mais nova? Sabe aquele par de olhos brilhantes e carentes que o Gato de Botas do Shrek faz? Então, eu ainda uso eles. Ainda gosto de sentar de vez em quando e trocar o canal de novelas pelo de desenhos animados. Gostaria de poder continuar com mochilas escolares coloridas e cheias de chaveiros. De que me adianta os beijos e os garotos que se foram? De que me adianta aprender a fórmula da progressão aritmética se eu não pretendo usar essa merda no meu futuro? De que me adianta estufar o peito pra dizer que sou adolescente, se quase nunca concordam com minha opinião ou me dão atenção? De que me adianta poder usar salto alto e batom vermelho, se quando saio na rua só encontro trogloditas ao invés de homens? Vocês já sabem as respostas. De nada. Assim como casacos não servem para aplacar o frio no polo norte, ser adolescente não está me dando privilégio algum. Responsabilidades e mais responsabilidades. O tempo que eu tenho para me divertir está escasso e quase inexistente. O colégio suga todo o meu cérebro e ainda tem abusado que diz que estudante não faz esforço. Adolescente não é respeitado em quase nenhum quesito. Se adolescente senta no ônibus, pode estar passando mal, mas vai ter que dar o lugar para o idoso, pois os adultos trabalham e estão cansados. E os adultos ficam: “eu trabalho todo dia! Estou cansado!” Só faltam falar: “eu sou supremo e muito foda, como você não trabalha é uma bosta na vida!Ai, que saco. Não acredito que passei minha infância todinha pedindo pra crescer e depois me deparar com essa palhaçada. O governo faz Enem, oferece desconto para quem frequenta colégio público, mas se esquece de que não somos máquinas. Não adianta oferecer estudo e deixar a diversão de fora. O governo deve pensar que somos como Thor, deuses fortes e poderosos, quando na verdade não passamos de humanos. Bem que Thor podia me oferecer o martelo dele, só assim eu poderia dar marteladas nesse pessoal que não nos conhece direito e aí ficaria tudo numa boa! Se liguem! Nem mesmo os cientistas são capazes de compreender a adolescência! Eu mesma não me compreendo às vezes! Alguém chama o garçom! Chama o garçom, por favor! E quando ele chegar, peça para me trazer uma dose bem grande de infância. Tô cansada de ser incompreendida e maltratada! Ao menos quando eu era criança tinham pena de mim!” — Mayne S, linhas gastas

via  linhasgastas  (originally  linhasgastas)
via  vento-sul  (originally  heartlessdrunk)
via  bipolarefeliz  (originally  n-0-t-h-i-n-g)

No meu período pós-revolucionário, uma porção de efeitos e consequencias. Minha subversão interna, aparentemente, catastrófica; em contrapartida, necessária. Houve lágrimas e uma dor aflitiva. Rotas traçadas que desembocaram em caminhos impensados. Ataques impróprios, traições nunca antes sequer cogitadas. Em guerra, por tempos de paz. Pela liberdade do espírito; em prol da chama acessa, porém plácida: viva, sem peitos feridos e incêndios verbais. Flamejante. Após o tempo de descanso necessário, de pé e pronta para outras: me tornei uma guerrilheira do bem próprio, sem nem ao menos notar. E sim, enrijecida. Da ótica positiva, mais forte, até mesmo curada. Olhar atento aos relacionamentos ao redor, feito órbitas de um Saturno que é individualista e vê apenas o seu centro exato, intenções e quereres mais íntimos. A sensação de nunca mais conseguir ser tão frívola e imaginativa, de uma felicidade tão tola que inquietasse a vida alheia. Sem o sentimento aéreo de crer no desacreditável, e ter fé naquilo que não vingaria nem mesmo com terços rezados e bençãos dominicais. Hoje, estática. Firme em minhas convicções, descrente total do que realmente representa o amor, e este pode representar. Nunca mais ter a base estremecida e os tremeliques sutis de se sentir viva não porque dá pinote o coração, mas sim, porque o órgão funciona além de apenas bombear sangue para o corpo todo. Abandonar a fantasia de cair em beijos quentes e arroubos de paixão repentinos. O amor deixou de me comover, para me dar náuseas: regurgito palavrinhas e pensamentos internos tão racionais e céticos que quase me sinto matemática. Farejo no ar a hipocrisia de casais de fachada fake, que brigam quase diariamente, e à noite fazem as pazes, no calor da hora. Descreio namoros, analiso friamente ditos e ações, assisto possibilidades que quem ao lado anda, parece não enxergar com alta resolução: é triste, mas gira o mundo por dinheiro, sexo e por último, amor. O mais nobre dos sentimentos, banalizado por tantos que querem e pensam sentir o que nunca até então lhes ocorreu. E lá vão estes falar “eu te amo” antes da hora. Firmar compromisso sem nem ao menos em tal estágio se encontra. Enquanto várias das moças que observo acham um amor, muito bonitinho, que fofo, penso calada em como consegui assim viver por tanto tempo. Nas falseações de tanta coisa que não existiu, e fantasiei, ansiosa por bancar a princesa Disney e distraída, não notar que vestidos bufantes e saltos de cristal não cabem e nem se acomodam na realidade da mulher moderna. O olhar treinado e a percepção ampla do que poderia facilmente vencer essa barreira que impus, abstraída, e daquilo que nem em trocentas tentativas me tocaria de maneira brusca ou até mesmo intensa para que abalado fosse esse estigma sólido de sentir que construí. Difícil encontrar nas imaginações de futuro este protótipo de mim que foge dos tentáculos de afetos e apreciações quaisquer, tão pueris era eu antes dessa última queda. Quando foi que queimei os livros de auto-ajuda aqui de casa, e comecei a redigir minha própria história com final etéreo, e no caminho e com continuidade, feliz? Faz parte da trajetória, eu sei. Deixar que nos atinjam em cheio para que quando o tornado retornar, fortalecida esteja o refúgio, nossa defesa: a almaEndurecida, então. Sem perder a habitual ternura de tilintar cílios e absorver com os olhos. Com uma pitada do humor ácido na ponta da língua e sorriso de quem sabe do mundo, e não conta. A mesma doçura de sempre, porém com toques, rotinas e pessoas programadas, à dedo selecionadas. Porque há que ser brava, e simultaneamente, branda. Fundir sensibilidade com coragem e pulso.Saber a hora exata de sumir, silenciar e agir, sem pestanejar. Sem perder a ternura, jamais.

- Victória (poetadrogada)

via  poetadrogada  (originally  poetadrogada)
CIGARETTES AND VALENTINES
Patrícia Cerqueira,16,RJ.
“Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. (…) É aceitar doer inteiro até florir de novo.” — Caio Fernando de Abreu”
theme made by 03-93